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Lesbian Space Princess

LESBIAN SPACE PRINCESS: POR QUE O FILME VIROU UMA DAS MAIORES POLÊMICAS DA INTERNET?

Um filme australiano de animação que passou relativamente longe do grande público em 2025 acabou se tornando um dos assuntos mais comentados das redes sociais em 2026.

O nome?

Lesbian Space Princess.

Conhecido no Brasil como A Sapatona Galáctica, o longa acompanha Saira, uma princesa lésbica do planeta Clitópolis que parte em uma missão espacial para resgatar sua ex-namorada Kiki.

O filme mistura ficção científica, comédia absurda, romance e humor LGBTQIA+ extremamente exagerado.

E foi justamente esse estilo que acabou colocando o filme no centro de uma enorme discussão online.

UM FILME QUE COMEÇOU BEM DIFERENTE

Antes da polêmica, Lesbian Space Princess tinha uma trajetória bastante positiva.

O filme estreou mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Berlim em fevereiro de 2025 e conquistou o Teddy Award.

Também recebeu reconhecimento no Festival de Cinema de Sydney, onde ganhou o prêmio do público de Melhor Longa-Metragem Australiano.

A recepção inicial estava longe de ser a de um desastre.

No Rotten Tomatoes, o filme chegou a registrar 98% entre os críticos.

Mas então veio 2026.

COMO A POLÊMICA COMEÇOU?

A situação mudou quando trechos do filme começaram a circular intensamente nas redes sociais.

TikTok, Reddit, X e outras plataformas passaram a receber vídeos mostrando cenas consideradas estranhas, exageradas ou simplesmente “cringe” por parte dos usuários.

Um dos vídeos que ajudou a impulsionar a onda de críticas recebeu milhões de visualizações.

O que inicialmente parecia apenas uma discussão sobre humor rapidamente virou algo muito maior.

Comunidades diferentes começaram a compartilhar memes contra o filme.

Alguns usuários chegaram a brincar que fandoms que normalmente brigam entre si haviam formado uma espécie de “trégua” para criticar Lesbian Space Princess.

E foi aí que nasceu uma das maiores piadas envolvendo o filme:

“JUST THIS ONCE.”

“É CRINGE DEMAIS”

Uma das críticas mais comuns não tem relação com política ou representação.

É simplesmente o humor.

Lesbian Space Princess aposta deliberadamente em piadas absurdas e extremamente explícitas.

O planeta principal se chama Clitópolis.

Os antagonistas são chamados de “Straight White Maliens”.

Existe uma nave chamada Problematic Ship.

Personagens fazem piadas sobre sexualidade constantemente.

Para alguns espectadores, isso é justamente parte da graça.

Para outros, o humor parece excessivamente forçado e parecido com o estilo de comunidades de internet dos anos 2010.

Essa divisão acabou se tornando uma das principais razões para o filme ser chamado de “cringe” nas redes.

MAS ENTÃO SURGIU UMA ACUSAÇÃO MUITO MAIS SÉRIA

Entre as diversas críticas, uma ganhou destaque:

A ACUSAÇÃO DE TRANSFOBIA.

O principal motivo está relacionado a uma arma chamada Labrys.

A labrys é um machado de duas lâminas historicamente associado a símbolos lésbicos.

Entretanto, nos últimos anos, o símbolo também passou a ser associado a determinados grupos de orientação trans-excludente.

Isso criou uma situação complicada.

Alguns espectadores interpretaram determinadas cenas do filme como uma representação problemática de pessoas trans.

A CENA DA LABRYS

Durante a história, Saira consegue invocar sua Labrys.

A personagem Blade, uma drag queen, tenta tomar o artefato para si.

Depois, Saira e Willow enfrentam Blade.

Para alguns espectadores, a maneira como essa situação é apresentada pode ser interpretada como uma metáfora sobre uma personagem supostamente “roubando” ou tentando tomar para si algo associado à identidade lésbica.

Foi principalmente essa sequência que alimentou as acusações de transfobia nas redes.

Mas existe uma informação importante:

BLADE NÃO É APRESENTADA COMO UMA MULHER TRANS.

Ela é uma personagem drag queen.

Além disso, uma das mães de Saira é uma mulher trans.

AS DIRETORAS RESPONDERAM À INTERPRETAÇÃO

Emma Hough Hobbs e Leela Varghese, as diretoras do filme, já haviam discutido a questão da labrys durante a produção.

Hough Hobbs explicou que a equipe estava consciente das associações contemporâneas do símbolo e debateu se deveria utilizá-lo.

A intenção, segundo ela, era justamente apresentar a labrys como um símbolo que pudesse pertencer a todas as lésbicas, incluindo lésbicas trans.

O filme também apresenta uma versão da labrys nas cores da bandeira trans associada à personagem Queen LeighAnn.

Portanto, existe uma diferença importante entre:

“Alguns espectadores interpretaram a cena como transfóbica”

e

“As diretoras fizeram o filme com intenção transfóbica.”

A primeira afirmação descreve uma reação real da comunidade.

A segunda não é sustentada pelas declarações das cineastas.

ENTÃO A POLÊMICA ESTÁ RESOLVIDA?

Não.

E talvez esse seja o motivo pelo qual a discussão continua.

Alguns espectadores continuam considerando que determinadas imagens e situações podem transmitir uma mensagem problemática independentemente da intenção das diretoras.

Outros entendem que a interpretação ignora o contexto completo do filme e as próprias escolhas feitas para representar lésbicas trans.

Ou seja:

INTENÇÃO E INTERPRETAÇÃO NÃO SÃO NECESSARIAMENTE A MESMA COISA.

Esse acabou sendo um dos pontos centrais da discussão.

E A HISTÓRIA DO FILME?

Outra crítica apareceu quando pessoas começaram a assistir ao longa completo em vez de apenas aos vídeos que circulavam nas redes.

A história acompanha Saira depois do término com Kiki.

Quando Kiki é sequestrada, a princesa embarca em uma jornada espacial para resgatá-la.

Durante a aventura, Saira precisa enfrentar seus próprios problemas de autoestima e aprender a lidar melhor consigo mesma.

O filme também apresenta Willow, uma personagem não binária que acompanha Saira durante a aventura.

Portanto, a representação LGBTQIA+ não está limitada apenas à protagonista.

A “GUERRA DOS FANDOMS”

Talvez a parte mais engraçada de toda essa história tenha sido a transformação da polêmica em meme.

Fãs de diferentes comunidades começaram a brincar que estavam deixando suas rivalidades de lado para atacar o mesmo filme.

Comunidades que normalmente discutem entre si começaram a aparecer juntas em montagens e memes.

A ideia era basicamente:

“NÓS PODEMOS NOS ODIAR DEPOIS. AGORA TEMOS UM INIMIGO EM COMUM.”

Obviamente, isso era principalmente uma piada da internet.

Mas o fenômeno ajudou a aumentar ainda mais a visibilidade do filme.

O PROBLEMA: MUITA GENTE NÃO ASSISTIU AO FILME

Conforme os memes cresceram, outra discussão surgiu.

Alguns usuários começaram a admitir que estavam criticando o filme sem sequer tê-lo assistido.

Clipes isolados passaram a ser utilizados como prova de que a produção inteira era ruim.

Isso tornou a situação ainda mais difícil de analisar.

Uma coisa é assistir aos 87 minutos do filme e não gostar.

Outra é formar uma opinião baseada em um vídeo de alguns segundos retirado de contexto.

Essa diferença foi apontada por membros da própria comunidade de animação.

O FILME É REALMENTE TÃO RUIM?

Essa é uma pergunta difícil de responder objetivamente.

O estilo de humor é propositalmente exagerado.

A animação possui uma estética bastante específica.

E o roteiro não tenta esconder sua natureza absurda.

Para quem gosta desse tipo de comédia, isso pode ser exatamente o ponto positivo.

Para quem não gosta, os mesmos elementos podem parecer irritantes.

As primeiras críticas profissionais foram consideravelmente mais positivas do que a reação que surgiu nas redes em 2026.

Isso não significa que as críticas negativas atuais sejam inválidas.

Significa apenas que existe uma diferença enorme entre a recepção inicial e a onda de rejeição que surgiu posteriormente.

E O “ÓDIO” CONTRA O FILME?

Existe ainda uma camada adicional.

Parte da reação negativa veio de pessoas que realmente não gostaram do filme.

Mas outras comunidades passaram a utilizar Lesbian Space Princess como uma espécie de símbolo de discussões culturais mais amplas.

Alguns grupos passaram a chamar o filme de exemplo de “woke” ou de suposta propaganda anti-hétero.

Ao mesmo tempo, outras pessoas defenderam o longa e afirmaram que a reação havia se transformado em uma campanha de ódio desproporcional.

Isso tornou extremamente difícil separar:

CRÍTICA AO FILME

de

MEME SOBRE O FILME

e

DISCURSO POLÍTICO SOBRE O FILME.

AFINAL, QUAL É O GRANDE DEBATE?

No fundo, Lesbian Space Princess acabou entrando em várias discussões diferentes ao mesmo tempo.

É possível não gostar do humor.

É possível achar a animação estranha.

É possível considerar algumas escolhas de representação problemáticas.

Também é possível interpretar as mesmas cenas de maneira completamente diferente.

O que não dá para fazer é transformar uma interpretação específica em fato estabelecido sem considerar o contexto e as declarações das próprias criadoras.

DE UM FILME DE FESTIVAL A UM MEME GLOBAL

Talvez essa seja a parte mais inesperada de toda a história.

Em 2025, Lesbian Space Princess era principalmente um filme independente australiano premiado em festivais.

Em 2026, tornou-se um fenômeno de internet.

Clipes viralizaram.

Memes apareceram.

Fandoms fizeram “trégua”.

Críticas começaram a pipocar.

E uma discussão sobre uma labrys acabou se transformando em um debate muito maior sobre representação LGBTQIA+, humor e interpretação artística.

Tudo isso envolvendo um filme que, originalmente, tinha um público relativamente específico.

E AGORA?

Lesbian Space Princess provavelmente continuará sendo lembrado não apenas pelo filme em si, mas também pelo fenômeno que surgiu ao redor dele.

A produção conseguiu algo extremamente raro:

UM FILME DE 2025 VIROU UM DOS GRANDES ASSUNTOS DA INTERNET EM 2026.

Seja pelos fãs que defendem sua proposta, pelos espectadores que consideram o humor insuportável, pelas discussões sobre a representação trans ou simplesmente pelos memes, o longa conseguiu entrar em uma conversa muito maior do que sua equipe provavelmente imaginava.

No final, talvez a pergunta mais interessante não seja:

“LESBIAN SPACE PRINCESS É BOM OU RUIM?”

Mas sim:

“COMO UM FILME QUE PASSOU MESES SENDO ELOGIADO EM FESTIVAIS CONSEGUIU VIRAR, UM ANO DEPOIS, UM DOS MAIORES ALVOS DE MEMES E POLÊMICAS DA INTERNET?”

E essa história mostra mais uma vez uma característica das redes sociais:

às vezes, basta um clipe de poucos segundos para um filme inteiro ser colocado no centro de uma discussão gigantesca.

Bela e a Fera

A BELA e a FERA e um conto de fadas clássico sobre uma jovem corajosa que se torna prisioneira em um castelo para salvar seu pai e descobre a bondade no interior de uma criatura monstruosa.

Meninas Malvadas

meninas malvadas é um filme muito bom super recomendo assistir ele é uma comedia adolescente clássica que satiriza com inteligência  as dinâmicas sociais, o bullying e a busca por popularidade no ensino médio.

Serie, Teen Wolf

Teen Wolf é uma aclamada série de drama sobrenatural americana transmitida originalmente entre 2011 e 2017, totalizando 6 temporadas e 100 episódios. Desenvolvida por Jeff Davis, a produção acompanha a vida de Scott McCall (Tyler Posey), um estudante comum que se transforma em lobisomem após ser mordido na floresta da fictícia cidade de Beacon Hills. [1, 2, 3, 4, 5]

Sinopse Principal
A trama começa quando Scott e seu melhor amigo, Stiles Stilinski (Dylan O’Brien), saem à procura de um corpo na floresta. Scott acaba sendo atacado e mordido por uma criatura alfa. A partir desse momento, ele precisa lidar com superpoderes e controlar seus instintos animais enquanto protege seus amigos e sua namorada, Allison Argent (Crystal Reed), cuja família pertence a uma linhagem histórica de caçadores de lobisomens. Ele também recebe a mentoria do misterioso lobisomem Derek Hale (Tyler Hoechlin). [1, 2, 3]
https://youtu.be/YCkEiOhnMsU?si=hjlhegq2VT5n-yFt

Porque o Batman é o melhor heroi de todos

Porque o  consegue ser incrível sem ter superpoderes.

Alguns motivos:

  • 🧠 Inteligência: ele é um dos maiores estrategistas e detetives dos quadrinhos.
  • 💪 Disciplina: chegou ao nível que chegou por treino, estudo e determinação.
  • 🦇 Não depende de poderes: enquanto muitos heróis têm habilidades sobrenaturais, Bruce Wayne é essencialmente humano.
  • 💰 Recursos e tecnologia: usa seu dinheiro e sua inteligência para criar equipamentos, veículos e estratégias.
  • ⚖️ Código moral: mesmo enfrentando criminosos extremamente perigosos, ele geralmente se recusa a matar.
  • 😔 Tragédia transformada em propósito: a morte dos pais poderia tê-lo destruído, mas ele transformou sua dor em uma missão para proteger outras pessoas.
  • 😈 Vilões: Coringa, Charada, Duas-Caras, Bane e outros colocam Batman em situações em que força bruta raramente resolve tudo.
  • 🦇 O símbolo: Batman não é apenas Bruce Wayne. Ele criou uma figura que representa medo para os criminosos e esperança para Gotham.

E talvez o principal: Batman prova que ser herói não é ter poderes — é escolher fazer a coisa certa mesmo quando você poderia desistir.

Quem tá ganhando essa treta de aura? : r/superheroes

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Filmes e Séries da Preparação
  • X-Men (2000)
  • X-Men 2 (2003)
  • Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)
  • Os Vingadores (2012)
  • Vingadores: Guerra Infinita (2018)
  • Vingadores: Ultimato (2019)
  • Loki (Série – 2021)
  • Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021)
  • Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021)
  • Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022)
  • Pantera Negra: Wakanda Para Sempre (2022)
  • Deadpool & Wolverine (2024)
  • Capitão América: Admirável Mundo Novo (2025)
  • Thunderbolts* (2025)

Marvel Studios revela arte conceitual de 'Avengers: Doomsday' e máscara do Doutor Destino | Hypebeast

Heartstopper

💚 10 anos de Heartstopper: por que essa história continua conquistando novos fãs?

De um webcomic publicado na internet a um fenômeno mundial, a criação de Alice Oseman completa uma década em 2026 — e ainda é uma ótima recomendação para quem busca uma história sobre amizade, descobertas e crescimento

Há histórias que simplesmente passam pelo público. E há aquelas que acabam fazendo parte da vida de quem as acompanha. Heartstopper pertence à segunda categoria.

Criada por Alice Oseman, a história começou em 2016 como um webcomic publicado no Tumblr e no Tapas. Dez anos depois, a obra se transformou em uma premiada adaptação da Netflix, graphic novels de sucesso e uma comunidade de fãs espalhada pelo mundo.

🌈 Uma história que começou na internet

Antes de chegar às telas, Heartstopper acompanhava Nick Nelson e Charlie Spring, dois estudantes que desenvolvem uma amizade e começam a descobrir que seus sentimentos podem ser maiores do que imaginavam.

A proposta de Oseman era simples, mas poderosa: contar uma história sobre juventude, amizade, identidade, pertencimento e primeiro amor de uma maneira acolhedora e positiva.

O webcomic rapidamente conquistou leitores. Em 2018, uma campanha de financiamento coletivo para uma edição impressa alcançou sua meta em poucas horas. No ano seguinte, o primeiro volume foi publicado comercialmente.

📺 Do quadrinho para a Netflix

O sucesso chamou a atenção da indústria e, em 2019, Heartstopper foi escolhido para ganhar uma adaptação televisiva. A Netflix anunciou oficialmente a série em 2021, com Alice Oseman envolvida diretamente na produção.

A adaptação chegou à Netflix em 22 de abril de 2022, com Kit Connor como Nick e Joe Locke como Charlie. A série levou para as telas o estilo visual característico dos quadrinhos e ajudou a apresentar a história para uma audiência ainda maior.

⭐ Por que vale a recomendação?

Heartstopper funciona justamente porque não depende apenas do romance. A história também explora amizades, inseguranças, mudanças da adolescência e a importância de encontrar pessoas que respeitem quem você é.

Outro ponto forte é o seu elenco de personagens. Nick e Charlie estão no centro da narrativa, mas seus amigos também possuem histórias próprias, fazendo com que o universo da obra pareça muito maior do que apenas o casal principal.

É uma boa recomendação para quem gosta de histórias adolescentes, personagens carismáticos, romance leve, amizade e narrativas de amadurecimento.

🎂 Dez anos de uma história que cresceu junto com os fãs

Em 2026, Heartstopper chega a uma marca especial: uma década desde o nascimento do webcomic.

O mais curioso é que a própria história também cresceu ao longo desse período. O que começou como um projeto independente de Alice Oseman passou por quadrinhos, livros, televisão e, finalmente, chegou ao seu capítulo final.

A sexta e última graphic novel foi lançada em 2026, encerrando a história principal de Nick e Charlie nos quadrinhos. No mesmo ano, Heartstopper Forever chegou à Netflix como o filme que encerra a adaptação audiovisual.

💚 Uma década depois…

Talvez o maior legado de Heartstopper seja justamente sua capacidade de continuar encontrando novos leitores e espectadores.

De uma publicação independente na internet a uma franquia acompanhada internacionalmente, a trajetória de Heartstopper mostra como uma história pequena pode crescer sem perder aquilo que a tornou especial.

Se você ainda não conhece Heartstopper, 2026 pode ser o momento perfeito para descobrir essa história — justamente no ano em que ela completa 10 anos.

📌 Recomendação: Para quem gosta de histórias de amadurecimento, amizade e romance adolescente, Heartstopper é uma escolha que merece entrar na lista.

Outer Banks

OUTER BANKS E UMA SERIE FOCADA NO GRUPO JOVEM.

A trama se passa nas ilhas de Outer Banks, na Carolina do Norte, e acompanha a divisão social extrema entre dois grupos de adolescentes locais: os Pogues (trabalhadores da classe baixa) e os Kooks (os moradores ricos da região).

  • A Caça Inicial: O líder dos Pogues, John B., recruta seus amigos para investigar o desaparecimento de seu pai e o mistério de um navio naufragado que esconde US$ 400 milhões em ouro.
  • A Expansão: Ao longo das temporadas, a caça local se transforma em uma corrida global por tesouros históricos medievais, como a Cruz de Santo Domingo, a cidade perdida de El Dorado e a mítica Coroa Azul.
  • O Conflito: A história mistura o mistério arqueológico com romances proibidos entre as duas classes, rivalidades violentas e a constante fuga das autoridades e de criminosos rivais.
Elenco Principal
  • John B. Routledge (Chase Stokes): O líder destemido dos Pogues.
  • Sarah Cameron (Madelyn Cline): Conhecida como a “princesa dos Kooks” que se junta aos Pogues.
  • JJ Maybank (Rudy Pankow): O melhor amigo leal, impulsivo e imprevisível de John B.
  • Kiara “Kie” Carrera (Madison Bailey): A garota de família rica que rejeita o estilo de vida Kook.
  • Pope Heyward (Jonathan Daviss): O cérebro do grupo, focado em bolsas de estudo e na ciência dos tesouros.
  • Cleo (Carlacia Grant): Uma ex-tripulante de navio de carga que se alia formalmente ao grupo nas Bahamas.
A quinta e última temporada de Outer Banks foi lançada na íntegra pela Netflix Brasil no dia 20 de agosto de 2026, encerrando a saga dos Pogues após seis anos de muito mistério, romance e caça ao tesouro.
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Quinze Dias

Quinze Dias: uma história de amor, descobertas e coragem

Quinze Dias é um filme brasileiro de romance e drama dirigido por Daniel Lieff e baseado no livro de mesmo nome escrito por Vitor Martins. A produção acompanha Felipe e Caio durante quinze dias de férias que acabam mudando completamente a vida dos dois. O filme é estrelado por Miguel Lallo, Diego Lira e Débora Falabella.

Uma história sobre férias que saem do planejado

Felipe é um adolescente tímido e inseguro que sofre bullying na escola. Quando as férias de julho finalmente chegam, ele imagina que poderá passar os dias tranquilo em casa, longe dos colegas que o incomodam, assistindo às suas séries favoritas e colocando a leitura em dia.

Tudo muda quando sua mãe avisa que Caio, seu vizinho, ficará hospedado na casa da família durante quinze dias enquanto os pais dele viajam.

O problema é que Caio não é apenas um vizinho. Ele foi a primeira paixão de Felipe na infância e ainda desperta sentimentos que o protagonista tenta esconder. A convivência inesperada faz com que Felipe precise enfrentar suas inseguranças e lidar com sentimentos que estavam guardados há muito tempo.

Felipe e Caio

A relação entre Felipe e Caio é o centro da história. Enquanto Felipe é mais reservado e inseguro, Caio é apresentado como alguém mais confiante e popular.

A convivência entre os dois começa de maneira complicada, mas, conforme os dias passam, eles vão se reaproximando. O que inicialmente parecia ser apenas uma situação desconfortável acaba se transformando em uma oportunidade para os dois entenderem melhor seus próprios sentimentos.

O filme utiliza essa relação para falar sobre primeiro amor, identidade, autoestima e a importância de ter coragem para ser quem realmente somos.

Temas importantes

Além do romance, Quinze Dias aborda questões como bullying, insegurança com o próprio corpo, pertencimento e descoberta da identidade.

A história acompanha Felipe em um momento importante de sua adolescência, mostrando como experiências aparentemente simples podem provocar grandes mudanças na maneira como uma pessoa enxerga a si mesma e aos outros.

Por isso, o filme vai além de uma simples história de romance adolescente e apresenta uma jornada de autodescoberta.

O elenco

O protagonista Felipe é interpretado por Miguel Lallo, enquanto Diego Lira interpreta Caio. Débora Falabella interpreta Rita, mãe de Felipe.

O elenco também conta com nomes como Mika Soeiro, Bel Moreira, Mariana Santos, Olivia Araújo, Márcio Vito, Silvio Guindane, Augusto Madeira e Fernando Caruso.

Do livro para o cinema

O filme é uma adaptação do best-seller de Vitor Martins. A história, que conquistou leitores com sua abordagem sobre adolescência, amor e descoberta pessoal, ganhou uma versão cinematográfica dirigida por Daniel Lieff.

A adaptação mantém como ponto central a convivência entre Felipe e Caio e os acontecimentos que surgem durante os quinze dias em que os dois precisam dividir o mesmo espaço.

Estreia e onde assistir

Quinze Dias chegou aos cinemas brasileiros em 18 de junho de 2026. O filme possui aproximadamente 1 hora e 40 minutos de duração e classificação indicativa de 14 anos.

Depois de sua passagem pelos cinemas, o filme chegou mundialmente à Netflix em 19 de agosto de 2026, permitindo que o público pudesse assistir à produção em casa.

Uma história sobre coragem e descobertas

Quinze Dias apresenta uma história de amor adolescente, mas também fala sobre inseguranças, autoestima e a descoberta de quem somos.

Ao acompanhar Felipe e Caio durante essas duas semanas inesperadas, o filme mostra como uma situação que parecia ser apenas um problema pode se transformar em uma experiência capaz de mudar a vida de duas pessoas.

Com romance, humor e momentos emocionantes, Quinze Dias é uma produção brasileira que celebra o primeiro amor e a coragem necessária para aceitar os próprios sentimentos.

 

Elenco de X-men do “UCM” Anunciado!!!

   Marvel anuncia Elenco Na D23 em Anaheim, na Califórnia

 Após Grandes especulações e mistério O elenco de Novo “X-men” Foi anunciado no evento D23 que aconteceu sexta-feira (14).

O diretor Jake Schreier subiu ao palco e chamou Sadie Sink,  A atriz foi a primeira integrante do elenco apresentada oficialmente durante o evento e já confirmada Após aparecer em “Homem-Aranha Brand New Day” como Jean Grey.

“É maravilhoso estar aqui e finalmente poder falar sobre essa personagem depois de meses de especulação”, afirmou Sadie à plateia.

Em sequencia foram anunciados:

  • Kit Connor como Scott Summers, o Ciclope;
  • Christopher Abbott como Charles Xavier, o Professor X;
  • Samara Weaving como Emma Frost;
  • Inde Navarrette como Vampira;
  • Maya Boyd como Tempestade.

O público recebeu Muito bem os atores, em destaque a Atriz Inde Navarrette que fez um ótimo trabalho em “Obsession”.

Elenco X-men

O elenco de X-men no tapete branco em D23, california.

O filme X-men está previsto para lançar em 5 de maio de 2028.